Sol e Neptuno em Peixes: toca a reunir

Oval

 

O Zodíaco pode ser visto como um “relógio cósmico” em que a marcação do tempo começa quando o Sol sai de Peixes e entra em Carneiro a 20 ou 21 de Março de cada ano, sinalizando exactamente o início do ano astrológico, e coincidindo com o Equinócio da Primavera. Tanto Carneiro quanto a Primavera estão relacionados com o despertar da vida após os meses de Inverno em que tudo fica como que suspenso à espera das condições necessárias para mais um ciclo. E este, quando começa, fá-lo com uma intensidade, força e vitalidade típicas de todos os começos. Há muitas vezes a esperança de alcançar o que ainda não foi alcançado, sonhado e idealizado, talvez em Peixes, fim de ciclo, tempo de pausa, de afastamento da realidade, de imaginação e inspiração, de preparação para o novo que aí vem.

O Sol, que em astrologia se relaciona com o nosso propósito consciente, com a nossa vontade de brilhar, de alcançar os objectivos que nos vão surgindo, está precisamente em Peixes. Hoje dia 26 de Fevereiro juntou-se a ele em conjunção exacta, Neptuno, o planeta que rege Peixes, isto é, o planeta cujo simbolismo qualifica o signo onde ambos estão. Esta circunstância reforça o clima de sonho e fantasia em que o Sol está mergulhado, e onde se prepara para dar início a mais um patamar de evolução (hoje 2017, reforça na mesma já que estão em conjunção bem apertadinha). E se quando sonhamos “o mundo pula e avança”, neste ano de 2015, com a quadratura de dia 17, há espaço para muitos pulos e muitos avanços! Há que sonhar com os pés assentes na Terra, até porque Saturno anda por perto a inspeccionar e não permite devaneios nem projectos feitos em cima do joelho. Mas podemos sonhar alto, se aceitarmos a responsabilidade e a coragem que for preciso!

Símbolo Sabiano do dia 26 de Fevereiro de 2017: que corresponde ao grau onde Sol e Neptuno se encontraram é:

“Uma rapariga a tocar corneta”

Pista de Dane Rudhyar: Uma chamada à participação ao serviço da raça, em que uma crise evolucionaria se aproxima

Ocorre-me que nesta época de mudanças tão drásticas, em que de facto vivemos uma crise, dura e difícil como são todos os processos de crescimento, a saída está na participação colectiva, na consciência de comunidade que temos que fortalecer. O símbolo diz tudo, a corneta toca, está na hora de reunir!

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