Navegando pelas águas do último sábado de Janeiro

Fim de semana

Temos um sábado muito “aquático”, isto é, muitos planetas em signos de água; estamos por isso emocionais e sentimentais.

Em Peixes encontram-se Vénus e Neptuno conjuntos (idealismo, imaginação, ligação ao transcendente), Marte e Quíron também em conjunção; estando a simbologia de Quíron ligada a feridas emocionais antigas e profundas, com Marte a tocar o que dói, há a oportunidade de olhar, reconhecer para começar a aceitar e transcender. Olhe a imagem e visualize tudo isso empacotado, colocado no barquinho de papel, sendo levado para bem longe, arrastado pela corrente.

Com a Lua em Caranguejo activa-se a capacidade de sonhar, de imaginar, de sentir, de recordar, de intuir. Ela está em trígono com Vénus e Neptuno, o que acentua a sua natural sensibilidade, sendo um aspecto para aproveitar as capacidades de percepção de planos psíquicos da existência, inspirando-nos, dando-nos a possibilidade de encontrar resoluções para os nossos desafios.

Sol e Mercúrio estão em Aquário, colocando o pensamento e os objectivos no futuro. Mercúrio retrógrado liga-se muito bem ao que acima ficou descrito, e por isso os nossos processos de pensamento estão embebidos do que sentimos, mais do que é habitual. À luz do que acreditamos ser correcto, das nossas visões e intuições, podemos olhar e preparar o caminho que desejamos abrir.

A Lua liga-se também a Saturno em Sagitário. Em quincôncio, somos solicitados a perceber e reajustar as “energias” em causa. Ora o Sr. dos Anéis, é o responsável pela materialização do que quer que seja, a que damos origem nas correntes inconscientes alimentadas pelos nossos sentimentos, emoções, pensamentos. Vamos então aproveitar o dia “aquático” para fazer um reconhecimento “das teias de aranha que andam nas caves e nos sótãos” porque de facto, não queremos materializar mais “lixo”, certo?  A Lua Cheia não demora, e será uma ajuda extra na limpeza.

Mesmo que não tenha por hábito meditar, ficar em silêncio, reflectir, contemplar vale a pena começar já. Para aproveitar ao máximo o que nos é proposto, nada melhor que virar as costas aos cinco sentidos e abraçar o sexto!

A imagem é de Elen Alosa

31 Janeiro 2015

 

 

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