Lua nova de Sagitário, Dezembro 2018

Lua nova no grau 15º07´de Sagitário, 7 de Dezembro, 7.20 h

Sagitário relaciona-se com os horizontes que as nossas crenças nos permitem atingir, com filosofias de vida que para nós fazem sentido, e sobre as quais escolhemos edificar a nossa realidade, sem esquecer que precisamos contar com a possível existência de padrões emocionais e/ou crenças inconscientes contraditórias com o pretendido. Eliminar ao máximo estes elementos foi tarefa de Júpiter em Escorpião, a última Lua nova em Escorpião foi outro contributo importante, mas de qualquer forma as experiências do dia a dia criam continuamente resíduos que precisamos processar e largar. De Sagitário também se diz simbolizar a verdade que nos corresponde, e os resíduos são parte da nossa verdade até que os eliminemos. É portanto toda a nossa verdade que determina a velocidade com que chegamos à próxima “estação de serviço”. Mercúrio já directo em Escorpião, é a mente em modo perspicácia, é uma capacidade de compreensão mais aprofundada e capaz de raciocínios que nos proporcionam a utilização do nosso poder pessoal, para sermos nós a contrariar padrões habituais, e não eles a nos travarem o ímpeto para chegarmos aonde temos que chegar. Vai manter-se por lá até dia 12 de Dezembro. De Vénus, também em Escorpião durante toda a lunação, pode dizer-se que é a importância que devemos dar à constante eliminação de resíduos emocionais, pois disso depende a inexistência de barreiras aos destinos que nos propomos chegar.

Esta é uma Lua nova com pouco aspectos em aplicação, o que sugere uma grande liberdade de acção que só mesmo as reacções emocionais podem bloquear… e lá vamos parar a Escorpião e às reacções padronizadas! A disposição do mapa, dá a Vénus um papel importante, e está referido o que fazer daquilo que simboliza. Vale a pena referir o sextil que faz a Saturno em Capricórnio, estando aqui indicado como a realidade que vai sendo concretizada está directamente relacionada com a valorização que damos ao papel de Vénus; ou vamos concretizando os horizontes para onde olhamos, ou vamos concretizando outra coisa qualquer, eventualmente não do nosso agrado!

Um dos pouco aspectos aplicativos para além da Lua nova ela própria, é a conjunção entre Marte e Neptuno em Peixes. Está aqui representado o início de um ciclo onde a nossa afirmação pessoal, a nossa forma de agir, pode conduzir-nos aos nossos ideais. Não serão estes ideais, horizontes que atraem o nosso olhar? São com certeza, e portanto vamos poder nesta Lua nova de Sagitário dar os primeiros passos a caminho dos sonhos ainda por realizar. Mercúrio faz outro aspecto aplicativo (um quincúncio) a Urano em Carneiro; uma tensão que pode arrancar do plano inconsciente alguma informação relevante com impacto na nossa afirmação pessoal, poucos dias depois da Lua nova.

Símbolo Sabiano: Gaivotas observam um navio

As gaivotas sabem que, sobretudo os barcos de pesca, significam alimento fácil, já que nas redes se concentram grandes quantidades de peixe. Uma oportunidade destas não se desperdiça! O símbolo pode pois ser um alerta, para estarmos pacientemente atentos a oportunidades que podem surgir. Regresso a Marte em Peixes. Este posicionamento tira uma boa dose de impulso para a acção, típico de Marte; pelo contrário, temos um Marte mais passivo, lembrando a atitude das gaivotas que em vez de irem atrás do alimento, esperam que a sorte lhes “bata à porta” tendo o mesmo resultado com menos gasto de energia. Marte em Peixes, de facto convida-nos a ser menos “fazedores por conta própria” e mais receptivos aos impulsos desconhecidos que aparecem sem que os possamos antever; digamos que, este fluir com os acontecimentos vai prolongar-se até 1 de Janeiro de 2019… ou seja, vamos ter um Ano novo com um Marte a entrar em Carneiro, cheio de força e energia para acabarmos o ciclo de Sagitário e começarmos o ano de 2019!  Porque repare-se, quando as gaivotas depois de esperarem o tempo que for preciso, finalmente vêm peixe, vão accionar toda a sua energia para o apanharem. E nós podemos fazer o mesmo, poupar energia, agora que se justifica, e na altura própria, usá-la para então partirmos para a acção!

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