Lua nova de Sagitário, Dezembro 2017

Símbolo Sabiano da Lua nova: Um escultor

Lua nova de Sagitário, 18 de Dezembro, 6.30 h

Por mais fantástica que esteja a nossa vida, há sempre um horizonte distante que nos acena, e quanto mais não seja por curiosidade apetece-nos ir lá ver o que se passa. Se a vida não corre assim tão fantástica, ainda mais apetece fazer as malas e zarpar para outras paragens! E basicamente esta é a proposta de uma Lua nova em Sagitário, reunir o necessário para sairmos de onde estamos a caminho de onde queremos estar. Em causa não estará uma mudança de espaço físico, embora possa estar, mas antes uma mudança de espaço mental, da estrutura global das nossas crenças, conscientes e inconscientes. Porque de facto são as nossas crenças que determinam toda a nossa realidade, e em especial as nossas crenças inconscientes, precisamente aquelas que desconhecemos. Quase toda a gente tem a experiência de fazer escolhas que acredita serem as correctas e não conseguir manifestá-las plenamente; a razão pode precisamente ser uma crença inconsciente contraditória com a crença consciente. E tudo isto faz parte da nossa natureza, da nossa Verdade pessoal. De notar, que crenças e emoções seguem a par, são duas faces de uma mesma moeda, e por isso a cada crença desconhecida sua respectiva reacção emocional. Antes de Sagitário vem Escorpião, onde devemos proceder à depuração emocional, ao desapego de determinados padrões emocionais, que sendo uma face da moeda fazem a moeda desaparecer se lhe dermos fim. Não há moeda se uma das faces desaparecer! Isto são processos contínuos, ad eternum, e neste momento por exemplo Júpiter em Escorpião anda de lupa em riste à procura de faces de moedas que saíram de circulação; enquanto isso, para já todos temos a nossa verdade e é com ela que vamos arrancar para mais um ciclo lunar. Daqui por quatro semanas vamos olhar para a nossa vida/realidade e vamos saber tirar ilações da verdade que nos corresponde, simples! O símbolo ajuda a esclarecer maravilhosamente! Vamos esculpir alguma coisa, e o resultado final fala de nós. Bastaria isto para darmos suficiente importância a esta lunação, mas há um outro detalhe de relevo…

… é que a Lua nova faz conjunção a Saturno, que vai transitar para Capricórnio já no dia 20, logo de madrugada porque Saturno não brinca em serviço e é cedo que se começa a trabalhar naquilo que vale a pena! Ou seja, aquilo que somos de momento está à vista, e vai ser solidamente materializado com Saturno num dos signos que rege, e que por isso funciona com plenos poderes. Há aspectos da nossa vida que precisamos desmantelar ao longo deste ciclo pois posteriormente vai ser mais difícil; esta Lua nova de Sagitário é assim uma espécie de rascunho da escultura a que queremos dar forma. É como se a escultura fosse em barro, antes de secar temos ainda tempo de dar uns retoques aqui e ali. Depois de secar é que vai ser uma chatice fazer alterações! Vão ter que haver alterações naturalmente, pois se Júpiter ainda agora vai no adro de Escorpião! No entanto, quanto mais deixarmos para depois, mais trabalho e esforço nos vai ser exigido para melhorarmos o aspecto da nossa obra de arte!

Graças aos Deuses do Olimpo que Mercúrio em Sagitário vai continuar retrógrado até dia 22, assim em jeito de “revelador” de verdades que não queremos permitir que nos continuem a definir, e uma quadratura a Neptuno mostra como crenças, ideias obsoletas podem ser apagadas sempre que delas tomarmos consciência.

Uma última nota para aquilo que tem sido habitual na Floresta em cada Lua nova, as listas de objectivos. Honrando a minha própria verdade actual, vou suspender essas publicações porque diz-me a experiência que tive, que a verdadeira pérola está no reconhecimento do que nos derrota a cada momento. Mas isso é uma tomada de consciência tão íntima e pessoal que não é possível ficar resumida em meia dúzia de instruções. O melhor objectivo que numa Lua nova de Sagitário podemos traçar é querer saber que verdades subtis se encerram dentro de nós; e para isso basta viver o dia a dia como habitualmente.  No fundo é como a frase de Hans Hofman “A habilidade de simplificar significa eliminar o desnecessário para que o necessário se possa manifestar”. E quando se manifestar, podemos saber, reconhecer e determinar se fica ou se vai, como vamos fazer para ficar ou ir.

 

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A Astrologia é uma linguagem. Se a entendermos o céu fala connosco ~Dane Rudhyar … e podemos salvar a nossa qualidade de vida, acrescento eu

© Teresa Martins, A Casa na Floresta-Astrologia – Todos os direitos reservados

 

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