Céu astrológico para Segunda-feira 18 de Fevereiro

Símbolo Sabiano do dia: Os campos floridos de Ardath

Ardath é um romance de uma escritora inglesa, Marie Corelli, cujo personagem principal é um jovem poeta que perdeu a inspiração e também a alegria de viver, zangado com a vida, em parte pela destruição dos seus ideais quando confrontados com uma visão excessivamente racional e científica da sociedade na altura (finais do século XIX, princípios do século XX), também porque não encontrava na religião uma visão alternativa. Mas um estado alterado de consciência nos campos floridos de Ardath (perto da antiga Babilónia), permite-lhe viver uma experiência tal, que regressa “curado” e reconciliado com uma espiritualidade vivida à sua própria maneira, recupera a alegria e a inspiração.

Um peso excessivo do racional e do “cientificamente provado” pode estar relacionado com Aquário, signo por onde tem transitado o Sol, mas o tempo encarrega-se de nos mostrar que nem tudo se compreende e resolve apenas neste patamar da existência. Vivermos à nossa própria maneira, riscando tudo o que não se coaduna com o nosso ser interno, é também assunto aquariano e portanto é possível adoptarmos uma vivência da espiritualidade de forma muito individual, encontrando espaço para tudo, para o espiritual, para o racional, para o científico. Bem ao fim desta Segunda-feira, o Sol entra em Peixes e até lá temos tempo para nos reconciliarmos com o lado invisível da Vida, ou reforçarmos a reconciliação que já ocorreu, à nossa maneira! Porque com o Sol em Peixes “o essencial é invisível aos olhos, só se sente com o coração”. Incrivelmente há um quincúncio entre Quíron em Peixes e o Sol enquanto estiver em Aquário, aspecto que nos remete exactamente para o que se passou no romance de Marie Corelli, isto é para a reconciliação entre o material/mental/racional com o espiritual. Talvez tenhamos que levar um abanão (o quincúncio é um aspecto tenso) para abrirmos os olhos do coração!

A Lua está em Leão e faz trígono a Júpiter em Sagitário. Sentimos e reagimos de forma muito autêntica, não só porque a Lua está no signo associado ao coração, mas porque estamos em estreito contacto com a nossa verdade em expansão. Isto “apenas” para promover e consolidar a reconciliação entre os dois mundos, o de cá e de lá, que na verdade estão aqui e são um só.

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Origem da imagem: Unsplash.com

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