Céu astrológico para Quinta-feira 3 de Janeiro

Símbolo Sabiano do dia: Um antigo baixo relevo em granito

Lua em Sagitário – as nossas crenças são a nossa lei e é cumprindo-a que encontramos segurança/estabilidade emocional. Até ao fim da manhã aplica-se uma quadratura a Neptuno – podemos nos sintonizar na frequência dos nossos ideais, e sentimo-nos mergulhados em “estado de graça” ou podemos  ter dificuldade na sintonização e tornamo-nos distraídos, ausentes, confusos. Depois o aspecto entra em separação e a Lua segue o resto do dia sem fazer aspectos a mais planetas; moderação não é a palavra que mais se adequa a esta circunstância, especialmente porque Mercúrio e Júpiter estão também em Sagitário e facilmente recusamos com veemência tudo o que não esteja de acordo com o que consideramos a “verdade”, eventualmente até com alguma brusquidão e agressividade pois Marte está em Carneiro. Mas é um dia especialmente importante para verificarmos em que estado está a nossa verdade mais fundamental, até que ponto nos consideramos “donos da verdade”, até onde aceitamos pacificamente que cada um tem a sua verdade assente nas suas crenças, e que não há verdades melhores nem piores, apenas diferentes, até onde conseguimos nos manter imperturbáveis mesmo quando as nossas ideias são desafiadas. Vai ser interessante!

Urano em Carneiro estás prestes a voltar ao movimento directo, será no dia 6; os imprevistos podem suceder a qualquer momento, não necessariamente imprevistos simpáticos, e pode ser esta a via pela qual a nossa verdadeira natureza irá ser posta à prova! Objectivo final: detectar que posturas ainda mantemos, mas que não nos conduzem a destinos brilhantes e desapegar das crenças que permitem a sua existência. Os baixos relevos encontrados em monumentos por esse mundo fora, podem ser obras de arte magnificas, retratando cenas que outrora foram a norma aceite e valorizada, mas que perderam qualquer sentido ao serem reproduzidas actualmente. Júpiter, Mercúrio e a Lua em Sagitário, Marte em Carneiro lembram-nos o clima das guerras santas dos antigos cruzados que de formas mais actuais continuam a acontecer. Até quando? Que pelo menos cada um de nós individualmente escolha com a mesma energia adoptar formas radicalmente diferentes de nos assumirmos perante a Vida e os outros.

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