Céu astrológico para Quarta-feira 28 de Agosto

Símbolo Sabiano do dia (nascer do Sol às 7.06 h): Um homem sonhando com fadas

A Lua vai transitar para Leão, faz quadratura a Urano em Touro, trígono a Júpiter em Sagitário.

As fadas são seres mitológicos que faziam parte do imaginário céltico. Nos contos de fadas ocidentais é habitual usarem uma varinha de condão para produzirem magia, ou seja para introduzirem na realidade material as circunstâncias desejadas e sonhadas. O Sol está em Virgem, é ele quem determina o símbolo do dia, e isto permite associarmos às fadas, e portanto à sua capacidade de trazer os sonhos à realidade, as tarefas naturais de Virgem, ou seja, rotinas de trabalho que trazem ordem e higiene ao dia a dia, hábitos saudáveis, de uma forma geral todas as pequenas coisas que discretamente nos permitem melhorar e melhorarmos a nossa vida, sem necessidade de qualquer tipo de exibição. Mas a Lua vai entrar em Leão, e uma parte de nós quer mesmo é saltar para cima de um palco e dar nas vistas, receber os aplausos e se houver cachet tanto melhor! Está tudo bem, porque Leão funciona dessa forma, e é assim mesmo que estamos a caminho das nossas próximas fronteiras. No entanto há ajustes a fazer que estão associados à necessidade de introduzirmos inovação nos nossos valores, inovação também naquilo a que associamos auto estima. É muito fácil sentirmo-nos o máximo perante determinadas circunstâncias e diminuídos noutras, talvez naquelas circunstâncias mais associadas a Virgem. Urano em Touro porém pede uma revolução nos nossos valores. Quanto do que temos considerado importante está a deixar de ser, e quanto do que desvalorizávamos é a via mais rápida para os nossos sonhos? Quantas tarefas “menores” precisamos reconhecer como “maiores” porque elas são exactamente a varinha de condão que vai transformar a nossa realidade?

A propósito do que está em causa vou partilhar o seguinte: ouvi há alguns anos o naturalista David Attenborough dizer que os programas de conservação dos pandas e dos tigres eram muito importantes porque sensibilizavam as pessoas para a necessidade de preservar a vida selvagem. Mas os animais que são absolutamente indispensáveis ao equilíbrio ecológico do planeta são aquelas que consideramos mais repugnantes, os insectos e os vermes!

Moral da história: nem tudo o que nos faz brilhar é brilhante, mas pode ser infinitamente valioso e um íman para uma melhor qualidade de vida.

Imagem veio daqui

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