Céu astrológico para Sábado 18 de Fevereiro

céuA Lua vai continuar em Escorpião até ao início da noite, altura em que termina a quadratura ao Sol que se vai aproximando desde já. Quer isto dizer que podemos ter um dia de emoções intensas e profundas, mas a que só nós temos pleno acesso, porque tanto quanto possível vamos mantê-las secretas… a menos que as condições tensas de Marte nos deixem “à beira de um ataque de nervos” e a agitação interior se manifeste no exterior. O atrito simbolizado pelo desacordo com o Sol deixa adivinhar mais tensão, mas talvez a objectividade e racionalidade de Mercúrio em Aquário prevaleça, ajudado pelos aspectos harmoniosos a Júpiter e a Urano, e acabe por ser fácil manter uma imagem calma e imperturbável, apesar de interiormente não ser exactamente esse o cenário.

O Sol pouco antes do meio dia sai de Aquário, entra em Peixes, e esta é uma energia de paz, entrega a valores elevados e uma maior consciência, logo de certa maneira é um deitar de água fresca em ânimos mais “em pé de guerra”. Com o início da noite vai-se a quadratura, entramos em quarto minguante, a Lua entra em Sagitário, somos invadidos por um maior optimismo, entusiasmo e fé na vida, tudo isto envolvido por um trígono a Vénus; é a altura perfeita para valorizarmos tudo o que são novas atitudes de assertividade, de independência saudável dos outros, de agir em nome dos nossos projectos, e que eles nos levem para outros horizontes de realidades mais sábias e conhecedoras das leis que regem a Vida. O Sol em Peixes ajuda-nos a querer isto mesmo!

O símbolo Sabiano que dá o tom ao dia, e que é determinado pelo grau onde se encontra o Sol ao nascer do dia, é para este Sábado: O campo de Ardath florido.

Gosto, e uso profusamente os símbolos Sabianos, mas alguns deles pedem alguma investigação para acedermos ao seu simbolismo. Foi aliás, por isso que durante algum tempo suspendi publicá-los diariamente, nem sempre tenho disponibilidade para tais investigações. Este é um desses casos. De qualquer maneira sempre posso adiantar que a frase relaciona-se com uma obra de ficção desenrolada na antiga Babilónia, autoria de uma escritora inglesa Marie Corelli. Mas como será que a frase nos impacta? O que nos faz sentir e/ou o que nos faz pensar? Pelo final do dia podemos actualizar as impressões, reflectindo, meditando; é uma forma de trabalharmos e treinarmos a intuição, essa ferramenta tão útil e tão mal aproveitada!

Imagem veio daqui

Bom Sábado!

 

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