Céu astrológico para Terça-feira 11 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: Homens cortando gelo

O Símbolo refere-se a uma actividade que existiu quando os frigoríficos ainda não faziam parte das nossas vidas; em regiões onde o Inverno trazia neve e gelo, este era cortado e armazenado, havendo inclusive uma actividade comercial de venda de gelo. Ou seja, tirava-se partido de algo que implicava um melhoramento das condições de vida em determinadas alturas.

Durante as primeiras horas da manhã podemos ter que nos confrontar com circunstâncias que implicam algum tipo de insatisfação em particular; mas a Lua que vai entrar em Aquário vem em nosso auxílio pois dá-nos a capacidade de com maior facilidade nos distanciarmos do que nos faz mal, sejam emoções, pessoas, coisas, circunstâncias. Se activarmos este poder de desapego, simultaneamente estamos a garantir o nosso próprio crescimento em sintonia com as nossas crenças (sextil a Júpiter em Sagitário). A partir do meio da tarde a Lua segue livre de aspectos a outros planetas, e portanto, à semelhança dos homens que cortam gelo, também seremos capazes de cortar aqueles sectores do passado, que “congelaram” e nos tiram a possibilidade de fluirmos com a Vida. Porque se é certo que a possível insatisfação simbolizada pela quadratura suaviza quando o aspecto se separa, também é verdade que uma semiquadratura do Sol em Sagitário a Vénus em Escorpião (isto foi abordado no post anterior)… mais uma possível fonte de insatisfação…  vai-nos fazer companhia ainda durante uns dias mais, garantindo que estamos parados num sinal vermelho que demora a passar para verde, numa qualquer área da nossa vida. Podemos tirar partido deste períodos pois eles dão-nos uma informação importante acerca do que temos em nós para transformar, tal como o gelo que era aproveitado e transformado de forma a nos servir… e ainda é, mas actualmente como matéria prima que se permite esculpir…

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Céu astrológico para Segunda-feira 10 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: Pelicanos mudam de habitat

A Lua ainda em Capricórnio faz sextil a Mercúrio e quadratura a Urano. Trabalho e  responsabilidades fazem talvez parte das obrigações que temos para cumprir, mas são simultaneamente uma forma de conseguirmos estabilidade e segurança emocional; no entanto, podemos sentir um impulso para renovar a nossa postura habitual, fruto das circunstâncias exteriores ou do que vai ocorrendo internamente. Esta renovação (ou revolução) pode ser tão radical que mais parece estarmos a mudar de habitat… como os pelicanos do símbolo; e provavelmente estaremos, porque as circunstâncias/os “habitats” mudam pelas mudanças que conseguimos operar na forma de reagirmos às diversas situações. Estamos menos comunicativos, mais introspectivos e concentrados, com uma percepção mental mais apurada o que pode facilitar a compreensão das pistas que a vida nos dá, relativamente ao que está mudar ou ao que precisa mudar urgentemente.

O Sol em Sagitário apoia a mudança, quer expansão, crescimento, ir para lá da zona de conforto, mas tem que enfrentar uma “irritante/frustrante” semiquadratura a Vénus em Escorpião. As semiquadraturas simbolizam uma tensão que não se resolve com acção, mas com o adoptar de uma perspectiva diferente. Aqui está novamente uma referência “a mudança” pois alterar a forma de olhar um dado cenário, pode ser o necessário e suficiente para nos darmos conta que afinal já estamos num outro patamar…. ou habitat. De qualquer forma este aspecto vai manter-se até dia 16 e portanto temos muito tempo para acertarmos com a perspectiva correcta relativamente ao nosso caso particular. Relativamente a Vénus em Escorpião pode dizer-se que as mudanças de perspectiva dependem da nossa habilidade para darmos um fim a velhos padrões emocionais/comportamentais face à realidade em que nos movemos.

Há uma outra semiquadratura de Urano em Carneiro a Neptuno em Peixes, que tem estado em aplicação e se vai manter até dia 15. Neste momento parece que as duas fazem parte de uma mesma cena onde temos um papel a desempenhar; o papel diz respeito a conseguirmos nos desembaraçar de um bom pedaço do passado (Urano) mas não o iremos conseguir em clima de “paz e amor” (Neptuno), ou seja há tensões desagradáveis, compassos de espera, necessidade de activar doses importantes de paciência. Também aqui é preciso considerar a perspectiva certa e ela estará algures na compreensão de que muitas vezes para derrubarmos o actual estado de coisas (Urano) precisamos nos confrontar com a falta de “paz e amor” que a realidade actual comporta. Só assim sabemos onde estamos e o que temos para revolucionar.

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Céu astrológico para Sábado 8 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: Um serviço de Páscoa ao alvorecer

Sol em Sagitário, sem aspectos. A Lua em Sagitário fez trígono a Urano, e no final da manhã entra em Capricórnio, faz conjunção a Saturno e sextil a Vénus em Escorpião.

A vontade de vivermos outras versões de vida é marcante. Até ao fim da manhã o que sentimos está em sintonia e revela vias possíveis para conseguirmos os nossos intentos; há um tom geral de optimismo e confiança mas a inovação que tem ocorrido na maneira como nos afirmarmos, pode implicar a consciência de que é preciso saber para onde, e como, dirigir esta onda de boa disposição. Com a entrada da Lua em Capricórnio, sublinhada pela conjunção a Saturno, uma atitude de responsabilidade e maturidade perante as nossas circunstâncias, e perante os objectivos que queremos ver materializados, tem que prevalecer, a bem da sensação de bem estar e segurança emocional, numa primeira fase, e de uma vida mais estável e bem estruturada nas fases que se seguem; Vénus em Escorpião segue a par com esta proposta, e realça a importância de mantermos activo o nosso poder pessoal para contrariarmos comportamentos padronizados que sabemos perfeitamente serem o caminho de menor resistência para a manutenção das insatisfações actuais. O tema do dia sugere a capacidade de nos renovarmos, de renascimento, mas certamente temos que seguir as indicações “superiores”. Há leis naturais às quais não nos podemos furtar… quer dizer, poder até podemos, temos livre arbítrio, mas depois não vale a pena nos queixarmos que o Universo não responde às nossas vontades/necessidades/desejos!

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Lua nova de Sagitário, Dezembro 2018

Lua nova no grau 15º07´de Sagitário, 7 de Dezembro, 7.20 h

Sagitário relaciona-se com os horizontes que as nossas crenças nos permitem atingir, com filosofias de vida que para nós fazem sentido, e sobre as quais escolhemos edificar a nossa realidade, sem esquecer que precisamos contar com a possível existência de padrões emocionais e/ou crenças inconscientes contraditórias com o pretendido. Eliminar ao máximo estes elementos foi tarefa de Júpiter em Escorpião, a última Lua nova em Escorpião foi outro contributo importante, mas de qualquer forma as experiências do dia a dia criam continuamente resíduos que precisamos processar e largar. De Sagitário também se diz simbolizar a verdade que nos corresponde, e os resíduos são parte da nossa verdade até que os eliminemos. É portanto toda a nossa verdade que determina a velocidade com que chegamos à próxima “estação de serviço”. Mercúrio já directo em Escorpião, é a mente em modo perspicácia, é uma capacidade de compreensão mais aprofundada e capaz de raciocínios que nos proporcionam a utilização do nosso poder pessoal, para sermos nós a contrariar padrões habituais, e não eles a nos travarem o ímpeto para chegarmos aonde temos que chegar. Vai manter-se por lá até dia 12 de Dezembro. De Vénus, também em Escorpião durante toda a lunação, pode dizer-se que é a importância que devemos dar à constante eliminação de resíduos emocionais, pois disso depende a inexistência de barreiras aos destinos que nos propomos chegar.

Esta é uma Lua nova com pouco aspectos em aplicação, o que sugere uma grande liberdade de acção que só mesmo as reacções emocionais podem bloquear… e lá vamos parar a Escorpião e às reacções padronizadas! A disposição do mapa, dá a Vénus um papel importante, e está referido o que fazer daquilo que simboliza. Vale a pena referir o sextil que faz a Saturno em Capricórnio, estando aqui indicado como a realidade que vai sendo concretizada está directamente relacionada com a valorização que damos ao papel de Vénus; ou vamos concretizando os horizontes para onde olhamos, ou vamos concretizando outra coisa qualquer, eventualmente não do nosso agrado!

Um dos pouco aspectos aplicativos para além da Lua nova ela própria, é a conjunção entre Marte e Neptuno em Peixes. Está aqui representado o início de um ciclo onde a nossa afirmação pessoal, a nossa forma de agir, pode conduzir-nos aos nossos ideais. Não serão estes ideais, horizontes que atraem o nosso olhar? São com certeza, e portanto vamos poder nesta Lua nova de Sagitário dar os primeiros passos a caminho dos sonhos ainda por realizar. Mercúrio faz outro aspecto aplicativo (um quincúncio) a Urano em Carneiro; uma tensão que pode arrancar do plano inconsciente alguma informação relevante com impacto na nossa afirmação pessoal, poucos dias depois da Lua nova.

Símbolo Sabiano: Gaivotas observam um navio

As gaivotas sabem que, sobretudo os barcos de pesca, significam alimento fácil, já que nas redes se concentram grandes quantidades de peixe. Uma oportunidade destas não se desperdiça! O símbolo pode pois ser um alerta, para estarmos pacientemente atentos a oportunidades que podem surgir. Regresso a Marte em Peixes. Este posicionamento tira uma boa dose de impulso para a acção, típico de Marte; pelo contrário, temos um Marte mais passivo, lembrando a atitude das gaivotas que em vez de irem atrás do alimento, esperam que a sorte lhes “bata à porta” tendo o mesmo resultado com menos gasto de energia. Marte em Peixes, de facto convida-nos a ser menos “fazedores por conta própria” e mais receptivos aos impulsos desconhecidos que aparecem sem que os possamos antever; digamos que, este fluir com os acontecimentos vai prolongar-se até 1 de Janeiro de 2019… ou seja, vamos ter um Ano novo com um Marte a entrar em Carneiro, cheio de força e energia para acabarmos o ciclo de Sagitário e começarmos o ano de 2019!  Porque repare-se, quando as gaivotas depois de esperarem o tempo que for preciso, finalmente vêm peixe, vão accionar toda a sua energia para o apanharem. E nós podemos fazer o mesmo, poupar energia, agora que se justifica, e na altura própria, usá-la para então partirmos para a acção!

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Céu astrológico para Quinta-feira 6 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: A marmota à procura da sua sombra

O Dia da Marmota, é uma tradição americana que consiste em observar as marmotas depois de terem hibernado, no início de Fevereiro. Se elas virem a sua própria sombra, ainda haverão mais umas semanas de Inverno; caso contrário a Primavera começará em breve.  Depois de cerca de um ano de Júpiter em Escorpião, e do último ciclo lunar que se iniciou em Escorpião, tivemos a oportunidade de dissipar muitos aspectos sombrios de nós mesmos, e se o trabalho foi concluído, estaremos aptos para a “Primavera”. Talvez hoje possamos encarar o dia como uma espécie de teste; tal como as marmotas será que vamos nos deparar com a nossa “sombra”, com aquelas partes de nós difíceis de reconhecer e aceitar mas que se fazem sentir pelas emoções pouco “primaveris”, ou tudo isso foi incinerado, queimado, reciclado?

A Lua entrou em Sagitário, faz conjunção a Júpiter, quadratura a Marte e a Neptuno; há um estado de espírito tendencialmente optimista, expansivo, entusiástico, pelo menos até meio da tarde. O final do dia, com as tensões a Marte e a Neptuno pode trazer a “sombra” ou pelo contrário pode ser o impulso para emocionalmente nos sintonizarmos com uma nova fase de crescimento que vai ficar marcada pela Lua nova a acontecer amanhã. O final dum ciclo entre Marte em Peixes e Neptuno também está nos momentos finais, e o resultado de posturas e acções pouco eficazes no sentido de conseguirmos atingir os nossos ideais pode ser evidente e contribuir para desilusões pelas expectativas goradas, não conseguidas; mas…. amanhã é um novo dia, traz mais dois novos ciclos e podemos recomeçar novamente. Mercúrio vai ficar directo, formas de organizar o pensamento estão reorganizadas, talvez mais preparadas para fazermos face aos obstáculos que fazem parte do caminho. Temos mais do que razões para pôr a “sombra” para trás das costas!

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Céu astrológico para Quarta-feira 5 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: As pirâmides e a esfinge

O tema do dia, associado aos aspectos que vou referir,  faz-me acreditar que vamos entrar numa de arqueologia… passo a explicar. A Lua em Escorpião faz conjunção a Mercúrio retrógrado e o Sol em Sagitário faz quadratura a Neptuno em Peixes. Uma quadratura simboliza um ajuste entre duas “propostas energéticas” cujo resultado pode trazer à consciência algum tipo de informação que habitualmente está camuflado, esquecido, inconsciente; sendo neste caso o Sol um dos intervenientes, a probabilidade de isto acontecer é relevante. Quando Sol e Neptuno fizeram conjunção em Março, iniciou-se um ciclo onde a vontade consciente nos poderia guiar até aos nossos ideais; esta é a última oportunidade dentro deste ciclo, para nos situarmos no trilho certo. É muito curioso e sintomático, esta quadratura acontecer próximo do final no ciclo entre Marte e Neptuno (falei de Marte/Neptuno no céu de Terça-feira dia 4); só por isto é expectável entrarmos em contacto com alguma informação, seja pelos eventos exteriores, seja pelo que eles nos fazem lembrar, pensar, sentir.

Mas temos ainda Mercúrio retrógrado em Escorpião, um autêntico “arqueólogo” concentrado em escavar fundo até encontrar vestígios do passado; lembrando que Escorpião se relaciona com padrões emocionais que surgiram pelas experiências do passado, e a retrogradação de Mercúrio a simbolizar processos de revisitar mentalmente o passado. Com todos estes ingredientes, o que surgir virá certamente envolto em mistério e grandeza, tal como a Esfinge e as pirâmides nos transmitem ainda hoje, séculos depois de construídas. Confesso que é com expectativa que espero encontrar amanhã um valioso artefacto! Mal posso esperar!

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Céu astrológico para Terça-feira 4 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: O passado de uma viúva trazido à luz 

O Sol em Sagitário faz uma sesquiquadratura a Urano em Carneiro e ao nodo norte em Caranguejo; estes dois aspectos indicam que podemos ter dificuldade em fazer valer a vontade de assumirmos uma postura optimista, com os olhos postos no futuro, cortando com as más memórias do passado, com a melancolia dos bons momentos que não voltam mais, apesar de eventualmente estarmos num novo ciclo. Mas com alguma insistência, não entregando os pontos a estados de espírito cinzentos, seremos capazes de fazer o luto por tudo o que já morreu, deixando que o bem estar emocional prevaleça.

De facto, com Vénus, Mercúrio e agora a Lua em Escorpião, o tema da morte é oportuno, se bem que acima de tudo o que devemos fazer morrer é a tendência a nos deixarmos ficar agarrados às experiências que um dia vivemos, tenham sido dolorosas, tenham sido tão boas que o que se torna doloroso é não se terem perpetuado. A Lua faz trígono a Marte em Peixes, sextil a Saturno em Capricórnio e trígono a Neptuno em Peixes; reservados, introspectivos, enquanto Mercúrio retrógrado vai ao baú das memórias e as faz saltar para a luz do dia, padrões emocionais a elas associados fazem-se sentir e é o momento para reconhecermos que lutos ainda não foram concluídos. Sermos capazes de compreender os assuntos em questão e desapegar, manter as memórias mas eliminar aquilo que nos fazem sentir, podendo não ser fácil, é o caminho para encontrar paz e criar uma realidade mais estável e segura.

A estes aspectos acresce que Marte em Peixes se aproxima de uma conjunção a Neptuno; isto significa que se está a fechar o ciclo anterior entre os dois planetas, e estamos a viver os “resíduos” do que começou no dia 1 de Janeiro de 2017. Não só um ano novo civil começou, como um período em que as nossas acções nos poderiam conduzir até aos nossos sonhos; de lá para cá o que conseguimos? E o que ficou pelo caminho? É natural que as experiências do dia se relacionem também com este ciclo a terminar. As boas notícias são: na próxima Lua nova (7 de Dezembro) Marte e Neptuno iniciam um novo ciclo, e nova oportunidade para nos pormos a caminhos dos horizontes onde moram os nossos grandes ideais.

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Céu astrológico para Segunda-feira 3 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: Uma bandeira que se transforma numa águia a grasnar 

Vénus regressou a Escorpião; no início de Outubro entrou em movimento retrógrado neste mesmo signo, voltou para Balança, e agora já em movimento directo transita novamente em Escorpião. Na retrogradação houveram valores em reapreciação. Em Escorpião a transformação dos padrões emocionais/comportamentais tem um objectivo preciso: eliminar do nosso “pequeno eu” tudo o que impeça a livre expressão do Eu Superior. É o campo de batalha entre aquilo que alguns chamam o ego, e a alma. E para que haja a fusão entre os dois Eus, há valores que precisamos eliminar, outros que precisamos integrar. Foi isto que esteve em causa enquanto a retrogradação aconteceu em Escorpião. Depois continuou em Balança e aí foram valores no contexto dos relacionamentos de forma geral que estiveram em apreciação, valores que se relacionam com a existência de harmonia nas relações com os outros. Note-se como esperar mais harmonia das relações com os outros, está eventualmente ligado à morte de um ou outro atributo que caracterizava e “pequeno eu” habitualmente frágil, carente, assustado, ferido, amedrontado. Estes processos são subtis, mas se reflectirmos um pouco talvez consigamos descortinar algumas pequenas/grandes diferenças neste capítulo.

Entretanto agora é a vez de Mercúrio estar retrógrado, também regressou a Escorpião, como se fosse um observador acerca de como decorrem os trabalhos de fusão dos Eus, preparado para reajustar as interpretações e raciocínios que permitam ao “pequeno eu” compreender o que todos têm a ganhar em se deixar levar pela sabedoria da alma. O símbolo do dia é a metáfora ideal para estes dois regressos a Escorpião. A águia é um animal associado a Escorpião quando o Eu Superior se começa a manifestar. Algo que para nós representa poder, regeneração, liberdade (simbologias associadas à águia) pode hoje ganhar vida e fazer-se ouvir.

A Lua segue em Balança, faz oposição a Urano, ao início da noite entra em Escorpião e faz conjunção a Vénus. Mesmo que todos os valores estejam rejuvenescidos, sem a adequada inovação relativamente às atitudes emocionais, não avançamos; é essa inovação que vamos poder constatar se já aconteceu ou não, representada pela oposição a Urano. Como nos afirmamos, se somos ou não “escravos” das mesmas reacções emocionais habituais, vai-se revelar e o que houver para transformar vai logo se seguida puder ser processado quando a Lua entrar em Escorpião… mas os “pequenos eus” têm muita força, temos que ter a consciência bem alerta para os colocar na ordem!

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Céu astrológico para Sábado 1 de Dezembro

Símbolo Sabiano do dia: A Deusa da oportunidade com cabelos dourados

Até às primeiras horas da tarde a Lua está ainda em Virgem, entrando depois em Balança; pelo caminho faz sextil a Mercúrio retrógrado em Escorpião, a Júpiter  em Sagitário e quadratura a Saturno em Capricórnio. Estaremos mais capacitados para enfrentar as rotinas, responsabilidades e trabalho durante a primeira parte do dia, mas bastante mais extrovertidos e sociáveis quando se der a transição para Balança. Levarmos em conta o papel que os outros desempenham na nossa vida, pode contribuir para nos posicionarmos de forma a retirarmos o melhor das nossas relações e a dar também aquilo que temos e somos de melhor, pois afinal é este equilíbrio entre o dar e receber que todos pretendemos. A ligação a Júpiter em Sagitário, pode mostrar como há um clima de optimismo e sensação de expansão através dos relacionamentos, que aliás transparece no símbolo do dia! Porém, com Júpiter no signo em que rege, os exageros de vária ordem podem fazer-se convidados, e de facto nada melhor que a quadratura a Saturno para não perdermos o sentido prático e alguma dose de maturidade; Mercúrio retrógrado está em modo observador para detectar que interpretações erróneas fazemos, e de seguida reajustar a maneira como a mente opera. Hoje ainda vai fazer uma reentrada em Escorpião e vamos entrar em revisões relativamente a que padrões emocionais/comportamentais precisam ser transmutados.

Entretanto o Sol em Sagitário faz quadratura a Marte em Peixes. Estes dois fizeram conjunção em Agosto do ano passado em Leão, e por isso esta quadratura faz parte do ciclo que começou nessa altura e que pretendeu aliar a vontade consciente, às acções que nos pudessem conduzir à criação de uma vida mais próximo daquilo que corresponde a cada um de nós individualmente. Agora, a vontade de chegarmos a esses horizontes personalizados, deve contemplar a capacidade de não agirmos controlando os acontecimentos segundo aquilo em que acreditamos conscientemente, mas deixando que a vida se vá revelando, ente outras coisas, através de impulsos que surgem e pretendem nos guiar numa determinada direcção.

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Céu astrológico para Sexta-feira 30 de Novembro

Símbolo Sabiano do dia: Uma mãe e as suas crianças numas escadas

Ou vamos para cima ou vamos para baixo, e se nos sentirmos inseguros há por perto quem nos possa apoiar. Creio que o símbolo se refere a uma qualquer transição e uma oposição de Vénus em Balança a Urano em Carneiro, aponta para aquilo que pode ser a passagem de um nível para outro, em termos de como nos relacionamos; se as nossas relações são mais ou menos gratificantes, depende da nossa postura habitual perante os outros e as circunstâncias onde eles existem. Vénus esteve retrógrada, houve a oportunidade de refazer valores de forma a conseguir mais harmonia dos outros; Urano está retrógrado em Carneiro, um empurrão para acertarmos a maneira de agir no sentido de sermos mais autónomos, independentes, livres. E esta oposição é o momento em que podemos perceber se já houve a transição, se já nos sentimos mais donos da nossa vida, ou se continuamos a precisar de apoio.

A Lua em Virgem faz oposição a Neptuno e trígono a Plutão; a ligação a Neptuno também pode indicar uma transição, de um sentimento interno que nos faz sentir vítimas de circunstâncias diversas, para o resultado de uma higiénica lavagem à alma… coisa de Virgem esta da limpeza… que nos coloca em contacto directo com uma saudável sensação de paz interior enquanto nos atiramos às nossas tarefas típicas de quem anda a pisar este chão feito de terra, com o intuito de criar transformações positivas na nossa vida. É um “dois em um” porque quando criamos algo de positivo para nós, o bem estar resultante exterioriza-se e causa impacto em quem nos rodeia, e em última análise no mundo.

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