Astrologia do dia 5 e 6 de Setembro

Há dias atrás, enquanto cuidava da relação que tenho com as dimensões extra físicas… ou seja enquanto desenvolvia a minha prática espiritual habitual, recebi um insight em forma de pergunta: agir ou reagir? Hummm fiquei a pensar nisto, fui pesquisar matérias que me parecessem interessantes e num artigo o autor dizia que quando reagimos somos espectadores do passado, quando agimos construirmos o futuro. Tenho pensado sobre isto e concordo que quando agimos fazemos coisas que criam impacto no futuro, mas…. resta saber se as acções escolhidas são as certas. Explico: reparei que quando reagimos a algum estímulo logo de seguida é normal tomarmos uma decisão e agimos em conformidade. Mas se o que determina a acção for a reacção, então depois de sermos espectadores do passado (reacção) vamos agir de forma a reproduzir esse mesmo passado. Mesmo que estejamos a reproduzir algo que a nossa percepção considera positivo, mais cedo ou mais tarde, vamos ter que optar de outra maneira. Pensem naquelas alturas em que parece que a Vida nos pregou uma grande partida. Às vezes simplesmente o que se passou foi que chegou a hora de fazer diferente! Portanto a chave está em agirmos com mais consciência do que fazemos e não como reacção a alguma coisa. O mais curioso é que os comportamentos podem ser iguais, mas a motivação ser completamente diferente. Ora, é a motivação que vai fazer toda a diferença! A razão pela qual isto é assim dá pano para mangas e não será agora que vou explorar este tema. Isto assim fica muito vago, mas eu tenho o exemplo perfeito.

Vou pegar na experiência da Anita Moorjani (se não sabem quem é, o google e o youtube respondem com todos os detalhes). Resumindo, na sequência de ter acompanhado uma amiga e um familiar ambos com cancro, a reacção dela foi começar a cuidar o melhor que podia da sua saúde, alterando hábitos e alimentação. Qual a motivação? Medo! Medo de passar pelo mesmo. Pois bem, apesar de tantos cuidados desenvolveu a doença! É ela mesmo, que hoje chama a atenção para o facto de ter falhado, pois na base da decisão de agir, estava o medo. Qualquer um de nós pode e deve escolher ser mais saudável porque sabe que essa é a escolha mais acertada. Mas se decidimos ser mais saudáveis por medo de ficarmos doentes, podemos ver frustradas as nossas intenções.

A conclusão é que devemos agir com mais consciência e não por medo disto ou daquilo, ou porque queremos fugir de alguma situação que consideramos desagradável. Ontem, mais uma vez enquanto decorria a minha prática espiritual, o Universo conduziu-me para isto: “Tudo o que rejeitamos apodera-se de nós. Tudo o que respeitamos deixa-nos livres” – Bert Hellinger

Ora muito bem, a Lua tem estado em Carneiro, fez quadratura a Plutão em Capricórnio e agora, Sábado à noite, aproxima-se da quadratura a Saturno também em Capricórnio e de um conjunção a Marte. Há aqui muito impulso para agir, muita necessidade de não ficarmos quietos. Porém agir como? Agir apenas e só como consequência das nossas reacções habituais às circunstâncias? É que podemos estar fadados ao fracasso, ou pelo menos podemos estar a desbaratar energia que poderíamos canalizar para outro lado. Entretanto Marte vai ficar retrógrado muito brevemente, mas podemos desde já começar a rever com muita seriedade de que forma agimos habitualmente, e/ou qual a motivação.

Amanhã a Lua entra em Touro. Ficarmos sossegaditos no nosso canto, cultivando a paciência e os prazeres simples da vida, enquanto organizamos as nossas rotinas (Sol em Virgem) pode ser um bom programa de Domingo. Vénus vai entrar em Leão, sugere valorizarmos e incluirmos também as actividades de tempos livres, talvez com as crianças do nosso clã, se existirem. Mercúrio entrou em Balança, simpatia e diplomacia na conta certa tornam a vida mais bela. Vamos lá então não dar cabo dela!

Nota final: aquela da prática espiritual habitual saiu-me em tom de brincadeira. Sim, de facto há uma prática que me coloca em estreita ligação ao Todo em que estamos mergulhados, mas não é nada parecida com as práticas a que nos habituámos a considerar espirituais. É algo tão trivial que não vos passaria pela cabeça. No máximo acendo um incenso! A magia de ler um mapa astrológico é que tudo sai personalizado, até as práticas espirituais adequadas a cada um de nós!

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