Astrologia do dia – 30 e 31 de Julho

A Lua em Sagitário fez trígono a Marte em Carneiro, está agora (Quinta feira à noite) a fazer oposição a Vénus em Gémeos e a afastar-se da quadratura a Neptuno em Peixes.

Recuem até …. vá…. meio da tarde. Até essa altura sentiram-se como e fizeram o quê? Sentimentos, emoções e acções estavam interligados de forma fluída. O sentir influenciava o agir, e vice versa, o agir influenciava o sentir. Porque desde há anos faço este exercício de ver a astrologia do dia, depois de aprender o significado dos posicionamentos e aspectos astrológicos passei para uma fase em que mais do que saber, sinto esses mesmos posicionamentos e aspectos. Essa é a fase mais interessante, mais gira e quiça a mais reveladora da verdade…. verdade que por acaso se relaciona com Sagitário. Como a Lua se relaciona com a procura da segurança emocional, ou bem estar emocional…. porque se me sinto bem é porque me sinto seguro…. então por exemplo, sermos verdadeiros, a começar connosco mesmo, é imediatamente um bálsamo suavizante de sentimentos e emoções. Curiosamente acordei um pouco enevoada, mas as nuvens dissiparam-se quando percebi um pouco melhor a minha própria natureza, a minha verdade! Pois é…. eu sou assim, reconheci perante as minhas nuvens. A acalmia possível perante isto, proporcionou a oportunidade de escolher fazer alguma coisa que continuasse a devolver-me mais bem estar. Marte impeliu-me a agir dessa forma porque eu sei como agir; nem sempre sou bem sucedida como é natural, mas o treino faz milagres.. O que se passou de seguida foi que encontrei o meu próximo objectivo, que é um desafio criativo (atenção… o Sol está em Leão e eu tenho o nodo norte em Leão). Não sei fazer “aquilo” mas já percebi como se faz. Vou aprender. Subitamente estava literalmente numa onda completamente diferente. Porque subitamente estava a caminho do meu próximo horizonte. Ora Sagitário são os horizontes que se estendem diante dos nossos olhos. Como é evidente, com a Lua em Sagitário, quando nos sentimos a caminhar para os horizontes que escolhemos, que não são impostos por nada nem ninguém, são antes escolhidos pela nossa própria vontade, a segurança e o bem estar envolvem-nos numa doce nuvem de vontade de viver a aventura que é a Vida. Isto é fantástico, porque esta doce nuvem não só nos faz sentir muito bem…. e quem não gosta de se sentir assim?… como é o meio pelo qual vamos atraindo os nossos sonhos. “Comunicamos” sistematicamente com o campo quântico de todas as possibilidades e “ele” responde em perfeita sintonia com o que sentimos. Substituam a expressão “campo quântico de todas as possibilidades” por Deus, a Vida, o Universo, tanto faz! Daí a importância de predominar o bem estar, mas também a importância de saber o que fazer quando há nuvens a rondar.

Bem, este meu exemplo mostra como o trígono da Lua a Marte se expressou comigo. Senti-me x e por isso agi y, tudo muito fluido, sem esforço. Como escolhi bem o y em três tempos senti-me nas nuvens, sem esforço. Mas se tivesse escolhido mal o y, eventualmente teria continuado enevoada, não me teria posto a caminho do meu próximo horizonte escolhido a dedo (isto parece ser uma mini aula de astrologia… se calhar é!). Quem escolheu bem a forma de agir, usou a energia da quadratura a Neptuno para continuar a seguir rumo ao “céu”, sendo que não podemos descartar a importância o uso da mente concreta, das novas aprendizagens, da comunicação (a tal Vénus em Gémeos). Por exemplo, eu vou ter que fazer uso dos meus neurónios para aprender aquilo que quero. Só assim vou conseguir concretizar o meu próximo objectivo criativo, que paira do horizonte. E isto é válido para tudo!

A Lua amanhã a meio do dia entra em Capricórnio. O que nos satisfaz emocionalmente já não serão as “viagens” até à próxima paragem, será antes o compromisso para com os nossos objectivos, o esforço e o trabalho que isso acarreta, a ambição e o profissionalismo para conseguirmos o que queremos, a organização que isso implica, porque haveremos de ter bastantes mais tarefas do que apenas aquelas necessárias para alcançarmos objectivos recentes… há toda uma realidade feita de responsabilidades diversas. Pelo meio temos que saber lidar com os outros, eles que eventualmente também têm as suas próprias agendas. Cada um de nós tem também que saber ser a sua própria autoridade máxima. Se tivermos autoridade, não vamos precisar de ser nem déspotas nem autoritários, irá tudo correr bem para todos os envolvidos.

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Imagem de Werner Heiber no Pixabay

 

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